As mídias nos bombardeiam a todo instante com incidentes de discriminações raciais, religiosas, sexuais muitas vezes levando até a morte ou com graves consequências físicas. Essa situação também está presente no mundo corporativo e empresarial onde muitas vezes deixa-se de fazer networking ou negócios tendo em vista a raça, opção religiosa ou sexual do outro. Isso é uma total falta de visão mercadológica, financeira, de crescimento e sucesso profissional e pessoal.
Saiba que os estereótipos estão em toda parte. As pessoas tendem a construir suas expectativas em relação aos outros de acordo com o gênero, a raça, a cultura, a religião, a filiação política, a idade, a aparência e assim por diante. Por mais ridículos que pareçam, esses clichês e preconceitos são reais. Convém, pois, aceitar esse fato da vida e aprender a lidar com as situações difíceis criadas pelos estereótipos.
É inteligente relacionar-se com pessoas que possam precisar de sua ajuda e vice-versa. Não é nada inteligente deixar que a raça, a cultura, o gênero ou qualquer outra coisa que não a competência afete suas decisões de networking. E é uma total idiotice tomar decisões baseadas em quaisquer desses fatores antes de conhecer a pessoa.
As associações mais solidamente estabelecidas nos círculos de negócios são as que historicamente reuniam exclusivamente homens, em geral da elite, com o objetivo de fornecer indicações, trocar favores e informações especialmente na área de política e negócios. Mas isso vem mudando à medida que mais e mais mulheres ingressam e avançam no mundo dos negócios – muitas vezes com a ajuda de homens que entendem que a capacidade não é um privilégio masculino.
Grupos étnicos também têm criado suas próprias associações, de modo a facilitar seu progresso nos círculos de negócios. Nesse caso, a atividade de networking é fundamental, e se apóia em organizações que congregam latinos, asiáticos, negros e mulheres. Mas não dá para negar a existência de redes dedicadas ao mal. Algumas são obviamente malignas, como as redes terroristas; outras, insidiosas, como as seitas.
Sempre que alguém lhe pedir para pensar ou fazer algo que você acha errado, é hora de avaliar o papel dessa pessoa em sua vida. A vida é curta. Não permaneça em um ambiente em que você é solicitado a comprometer seus valores. Não desperdice seus talentos com pessoas que não sabem apreciá-los.
Os três pontos seguintes resumem como o networking inteligente reage aos estereótipos:
- PROCURE PESSOAS QUE GOSTEM DE VOCÊ: Se suas atividades de networking não estão funcionando, pergunte a si mesmo: “Será que esse grupo me aprecia de fato por aquilo que tenho a oferecer?” Se a resposta for negativa, olhe ao seu redor. Algumas comunidades são decididamente melhores do que outras.
- LUTE CONTRA AS LIMITAÇÕES SOCIAIS: Se você sente que os estereótipos estão prejudicando seus esforços de fazer networking, procure pessoas que simpatizem com a sua situação e que possam ajudá- lo – um amigo bem relacionado ou um grupo de pessoas igualmente limitadas por atitudes negativas.
- COMBATA OS PRÓPRIOS PRECONCEITOS: Às vezes, tiramos conclusões instantâneas sobre as pessoas, baseados em fatores sem importância. Há ocasiões em que é muito difícil mudar. Relacione-se de modo inteligente: não feche os olhos para os problemas e supere seus preconceitos.
Embora seja tentador se deixar influenciar pelos fatores de networking aqui discutidos, no fim do dia nós caímos em três redes: INTELIGENTE, NÃO-INTELIGENTE E MÁS NOTÍCIAS. Em qual dessas redes você se inclui?
AGORA REFLITA: SE VOCÊ PRECISA SE PERGUNTAR SE DETERMINADA COISA É CERTA OU ERRADA, A RESPOSTA JÁ ESTÁ DADA!
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