Nas relações entre pessoas no ambiente de trabalho existem apenas TRÊS REGRAS:
PRIMEIRA: COLEGAS PASSAM, INIMIGOS SÃO PARA SEMPRE.
- A chance de uma pessoa lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano (segundo as revistas especializadas). Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar. Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita, uma palavra mal colocada, um gesto ou atitude impensada se mantém estável, não importa quanto tempo passe. POR EXEMPLO: se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 2014 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você se lembrará disso toda vez que encontrar essa pessoa.
SEGUNDA: A IMPORTÂNCIA DE UM FAVOR DIMINUI COM O TEMPO, ENQUANTO A IMPORTÂNCIA DE UMA DESFEITA AUMENTA.
- FAVOR é como investimento de curto prazo. DESFEITA é como empréstimo de longo prazo. Um dia, será cobrado com juros e correção monetária.
TERCEIRA: COLEGA NÃO É AMIGO.
- COLEGA é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo. Mas isso dura até um dos dois mudar de emprego, proferir uma palavra inadequada, um gesto ou atitude impensada. AMIGO é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa. EX-COLEGA que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa e ela manda dizer que no momento não pode atender.
- Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão que fez UM MILHÃO de amigos e apenas MEIA DUZIA de inimigos.
Estatisticamente, isso parece ótimo. Mas não é. A lei da perversividade profissional diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais vá ajudá-lo será exatamente um daqueles poucos inimigos.
- Profissionalmente falando, e pensando no longo prazo, o sucesso consiste principalmente em EVITAR FAZER INIMIGOS. Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos que você possa fazer são aqueles que TÊM BOA MEMÓRIA.
PENSE NISSO E SEJA CORTÊS E EDUCADO COM SEUS COLEGAS DE TRABALHO. FAÇA AMIGOS E NÃO INIMIGOS.
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