O ano letivo nas universidades iniciou e terei novos alunos e ao mesmo tempo, convivo com os antigos. É uma profusão de hábitos e costumes e vestuários das mais diversas vertentes. Um mar de cores e estilos que chegam ao mesmo tempo no mesmo local. Um laboratório de imagem pessoal a céu aberto.
Tenho muitos alunos e convivo com os mesmos durante um ano e só nos vemos novamente na defesa de TCC e na colação de grau. Confesso que muitas vezes não reconheço, principalmente as mulheres, quem é aquela aluna de tão diferente e bem vestida que está. Isso fica mais forte na defesa de TCC. Elas, e eles também, comparecem ao ato com um vestuário bem profisssional, maquiagem discreta, acessórios necessários e postura impecável. Os homens em traje passeio completo. Perfeitos.
Também recebo consultas de colegas de trabalho e de pessoas de meu convivio pessoal, se “aquela roupa está adequada” ou “que roupa usar para um determinado evento”.
Mas, o que é vestir-se bem? Que cuidados temos que ter quando nos apresentamos e falamos em publico? E quando se vai defender um TCC ou uma Tese de Mestrado ou Doutorado?
Vestir-se bem não significa necessariamente mostrar ostentação. No mundo corporativo e de projeção da imagem pessoal, a aparência é tão importante quanto a experiência e o conteúdo que vai ser apresentado. Os cuidados vão desde as roupas e acessórios até a maquiagem.
Uma boa imagem não é decisiva, mas ajuda no primeiro impacto a gerar credibilidade junto ao público. Alguns aspectos devem ser observados na composição da imagem visual nas apresentações em público, como: característica e tipo do evento, público-alvo, horário, duração, entre outros.
Para cada momento existem determinados códigos quanto à forma de se vestir. Conhecê-los ajuda a causar uma boa impressão na apresentação. O correto é procurar uma harmonia. Estar bem apresentável faz uma boa diferença, pois demonstra uma preocupação do orador com a imagem e a qualidade do que vai ser apresentado.
Lembre-se de que, ao se vestir, você é que deve ser notado e não o que você usa. O que pode ser bonito para você, pode não ser para o público. A elegância não está no excesso de acessórios, por exemplo, ou no brilho da roupa, e sim na adequação da roupa a cada ambiente ou situação. Dê prioridade à harmonia e ao equilíbrio das cores e acessórios, pois a boa comunicação não se resume somente em falar bem.
A sua embalagem pode ser definida como o envoltório de apresentação de um produto. O modo como você se apresenta, anda e se veste representa a sua embalagem. Antes de se lançar no mercado, faça uma avaliação de si mesmo, do cabelo ao sapato, e se pergunte se você se compraria pela embalagem que apresenta.
Em se tratando de projeção de imagem no mercado, o melhor é buscar informação, seja junto a especialistas ou mediante leitura sobre o assunto. Prevalece o velho ditado: “O mundo trata melhor quem se veste bem”. Isso não quer dizer necessariamente ter que andar sempre em estilo “mauricinho” ou “patricinha”, como dizem por ai, mas sim estar adequado ao ambiente e à situação.
É por isso que a boa aparência é uma vantagem. E como é! As pessoas de boa aparência tendem a ser avaliadas como sendo dotadas de mais inteligência, competência e simpatia, mesmo que isso não seja necessariamente verdade.
É preciso entender, contudo, que boa aparência não é exclusivamente ter beleza física, mas sim um aspecto agradável de se olhar. É estar vestida adequadamente para a ocasião (não falo de luxo ou de grifes) e, principalmente isso: irradiar confiança e simpatia no ambiente.
Porque um olhar descontraído e um sorriso franco nos lábios, como dizia Balzac, abre as portas de qualquer paraíso. Afinal de contas – gravem isso – é pelo traje que se conhece o profissional. É uma ilusão, mas funciona assim.
VESTIR-SE BEM CONTRIBUI PARA SER BEM ACEITO ENTRE SEUS PARES!
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